Diário do Ned: das portas que se fecham
dezembro 12, 2012
Não sei se acredito que pra cada porta que se fecha duas se abrem, já que isso nunca aconteceu aqui em casa. O que acredito é que, sim, às vezes as circunstâncias fazem escolhas em nosso lugar e que isso não é de todo ruim.
Perder qualquer coisa – um casaco, um lápis, um amor – é uma oportunidade para o novo, bom ou não. E, mais importante, perder é escolher quem ou o quê vai preencher o espaço.
Pode ser que a gente se acostume ao vazio, pode ser que a gente tente preenchê-lo. E com isso, pode ser que a gente descubra que nunca mais vai ter um igual. Pode ser que esse tenha sido mesmo, o melhor. Mas não desisto – e me recuso a acreditar nisso até dar uma dentada em cada mosquito desse mundo.
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Às vezes é bom entrar em contato com esse vazio….
Beijos
Oi Karina,
Às vezes sim, dá um bom tempo pra pensar, como seu novo apartamento vazio , quando você entra pela primeira vez.
Beijos
Um gatinho tão pequenino e ao mesmo tempo tão intenso…
A sua foto está simplesmente divina, um certo ar de desdém e sono que o tornam um felino perfeitamente lindo!
Beijos
Oi Laís,
é o melhor momento pra tirar fotos do malandrinho amarelo: quando ele está deitado e com preguiça de fugir da câmera.
Beijos
Ned a sua foto ficou linda.
Oi Adri,
Muito obrigado! Ainda estou aprendendo a posar pras fotos tão bem como a Charlotte
Beijos
Realmente, né! Eu não gosto de perder aquilo que estou curtindo. Mas quando tenho a chance de ter um outro novinho, até passo a gostar da idéia! O duro é quando esse outro novo não chega nunca e é difícil, às vezes, se acostumar com esse vazio!!! Confesso que sou apegada e carente!!
Ned, você está cada dia maior!! Vai virar um gatão!!
Beijos!
Oi Lívia,
Isso é verdade, eu e o Ned estamos nos acostumando ao vazio (eu porque perdi algo importante, e ele porque começamos a dormir com o repelente de tomada ligado).
Ah, espero que cresça muito, o vet disse que ele é pequeno pra idade, mas vamos ver se alcança os outros.
Beijos